Dra Rafaela Katerine

Dra Rafaela Katerine
Rafaela Katerine
mama tuberosa

Mama tuberosa: o que é e qual tratamento é indicado

5/5 - (1 vote)

Você sabe o que mama tuberosa? Já ouviu falar sobre esse assunto?

Ao contrário do que possa parecer, o nome mama tuberosa não é uma doença em si. Trata-se de uma má formação dos seios, uma alteração congênita que pode surgir ainda na fase da puberdade, quando os seios começam a se desenvolver.

Se você tem essa condição ou conhece alguém que possui e quer entender melhor o que é, suas causas, tratamento e se pode causar algum problema, então, fique com a gente até o final e tire todas as suas dúvidas!

O que é a mama tuberosa?

Como comentamos acima, a mama tuberosa se caracteriza como deformidades nas mamas. Mas, apesar de não oferecer nenhum problema para a saúde da mulher, pode afetar diretamente a sua autoestima.

A mama tuberosa faz com que os seios fiquem assimétricos devido a uma anomalia congênita. O formato é parecido com um tubo. Daí o nome tuberosa ou tubular.

Durante a puberdade, na fase de desenvolvimento dos seios, acontece um bloqueio, fazendo com que as mamas não se desenvolvam como deveriam.

Além disso, a sua base é estreita e pontiaguda. A mama fica posicionada acima do sulco mamário.

Essa condição pode fazer com que uma mama fique atrofiada, enquanto a outra cresce normalmente, o que caracteriza a mama tuberosa unilateral, ou seja, quando o problema atinge somente um lado. Nesse caso, ela fica posicionada mais alta no tórax.

Contudo, também pode acontecer nas duas mamas ao mesmo tempo, recebendo o nome de mama tuberosa bilateral.

Essa anomalia faz com que as mamas tuberosas fiquem mais separadas uma da outra. Além disso, elas costumam apresentar a aréola mais larga e, como dissemos, os seios quase não se desenvolvem, condição que recebe o nome de hipoplasia mamária.

Principais tipos

Existem três diferentes tipos de mama tuberosa segundo a classificação de Grolleau et al. São eles:

I – É quando a deformidade nas mamas é considerada como leve. É o mais comum dentre os 3 tipos e acontece em mais da metade dos casos;

II – Esse tipo acontece em cerca de 26% dos casos,

III – O tipo mais grave da condição e acontece em cerca de 20% dos casos. Aqui, as mamas apresentam uma base mínima e são totalmente deformadas.

Causas

Não se sabe ao certo o que causa a mama tuberosa. No entanto, a hipótese com maior aceitação atualmente é de que seja um problema congênito aliado a uma predisposição genética e que já existe desde o nascimento da criança.

Portanto, as mulheres que apresentam essa anomalia também possuem mãe ou avó com a mesma condição.

Porém, a anomalia só irá se manifestar no momento em que os seios começarem a se desenvolver, durante a puberdade.

Como é o diagnóstico da mama tuberosa?

Em geral, como dissemos, o problema começa na puberdade, quando o desenvolvimento hormonal tem início.

Nessa fase, é possível identificar a condição na palpação dos seios, através de exames das mamas e também de exames complementares de imagem.

Aliás, os exames ajudam não somente a identificar a anomalia, mas também se há cistos ou nódulos na região.

Contudo, não podemos considerar toda mama pequena ou assimétrica como uma mama tuberosa.

Por isso, na dúvida, é importante procurar uma médica especialista para ter o diagnóstico correto.

Existem alguns pontos que podemos observar na anatomia das mamas com essa condição. Por exemplo:

  • Mamas que se encontram em uma posição mais alta no tórax;
  • Redução ou até ausência na região inferior da mama, dando origem ao formato tubular característico da condição;
  • Quando as mamas são assimétricas, ou seja, quando o tamanho de uma for totalmente diferente da outra;
  • Mamas pouco desenvolvidas;
  • Aréola dos seios grandes, até mesmo maiores que o seio, em um tamanho totalmente desproporcional,
  • Quando é possível notar uma protuberância ao palpar as mamas, principalmente na área das aréolas. Trata-se de uma hérnia areolar, mas que não apresenta nenhum risco para a saúde.

É possível corrigir a mama tuberosa?

Apesar de não oferecer risco para a saúde, essa anomalia afeta muito a autoestima e o dia a dia da mulher. Aliás, pode até mesmo causar problemas psicológicos.

Isso ocorre principalmente pelo fato de que essa anomalia acontece na fase da puberdade, quando as meninas são ainda mais vaidosas.

Por isso, não é raro que elas acabem evitando participar das atividades em grupo e se isolem. Portanto, também é um agravante para a vida social das mulheres.

Desse modo, para evitar maiores danos psicológicos, o ideal é buscar o tratamento logo que a mulher começar a se incomodar com a aparência das mamas.

Mas a boa notícia é que essa anomalia é passível de correção. Contudo, a única forma de corrigir o problema é através de uma cirurgia plástica.

Nesse momento, contar com a expertise e experiência da cirurgiã plástica é essencial não só para garantir um bom resultado da cirurgia, como também para oferecer segurança e empatia para a paciente.

Por isso, para garantir uma cirurgia segura, com uma profissional experiente e equipamentos de ponta, te convidamos a conhecer melhor a Dra. Rafaela Katerine clicando aqui e agendando uma consulta.

Sem dúvida, você terá um tratamento de excelência, humanizado e voltará a ter sua autoestima! Então, não perca mais tempo! Entre em contato e conheça as maravilhas que a Dra. Rafaela Katerine pode fazer por você!

 

Veja também: